Cedo da noite ou tarde do dia? São 18:45... Tou de cabeça cheia, barriga cheia, e coração transbordando. Essa música de Zeca Baleiro, não sei por qual motivo, está me perturbando o juízo (Quase nada - Zeca Baleiro). Segue a letra, pontuada por mim:
De você, sei quase nada. Pra onde vai ou porque veio. Nem mesmo sei qual é a parte da tua estrada no meu caminho... Será um atalho? Ou um desvio? Um rio raso? Um passo em falso? Um prato fundo, pra toda fome que há no mundo? Noite alta que revele um passeio pela pele. Dia claro, madrugada. De nós dois não sei mais nada.
De você, sei quase nada. Pra onde vai ou porque veio. Nem mesmo sei qual é a parte da tua estrada no meu caminho... Será um atalho? Ou um desvio? Um rio raso? Um passo em falso? Um prato fundo, pra toda fome que há no mundo? Se tudo passa, como se explica o amor que fica nessa parada? Amor que chega sem dar aviso... Não é preciso saber mais nada.
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Sei de muitas coisas, sinto muitas coisas. Mil informações, mil sentimentos. Talvez estresse por ser tanto de uma vez só. Talvez saiba quase nada. Será isso mais simples do que parece? Amor que chega sem dar aviso? Talvez saiba quase tudo.
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Certas coisas não se explicam, outras sim. Talvez eu tenha comido tiramisu demais, isso explica algumas das borboletas no meu estômago. Talvez as borboletas estejam voando por outros motivos. E as raízes também crescem para dentro, enquanto as borboletas voam. Respiro sozinha. Três mundos, um interior. Minha cabeça viajando de um mundo ao outro. E malas por fazer...
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