29 de maio de 2007

a trilha sonora desta semana

Chasing Cars (Snow Patrol)

We'll do it all
Everything
On our own

We don't need
Anything
Or anyone

If I lay here
If I just lay here
Would you lay with me and just forget the world?

I don't quite know
How to say
How I feel

Those three words
Are said too much
They're not enough

If I lay here
If I just lay here
Would you lay with me and just forget the world?


Forget what we're told
Before we get too old
Show me a garden that's bursting into life

Let's waste time
Chasing cars
Around our heads

I need your grace
To remind me
To find my own

If I lay here
If I just lay here
Would you lay with me and just forget the world?


Forget what we're told
Before we get too old
Show me a garden that's bursting into life

All that I am
All that I ever was
Is here in your perfect eyes, they're all I can see

I don't know where
Confused about how it's wrong
Just know that these things will never change for us
at all

If I lay here
If I just lay here
Would you lay with me and just forget the world?

24 de maio de 2007

"meu" DNA visual

Mariana andou postando o DNA visual dela, que sua amiga Carol postou antes dela, que Luciana também já postou e que Maíra está tentando entender como fazer o troço funcionar, para provavelmente postar também...
Estou postanto o meu DNA visual (e virtual). Achei a idéia muito divertida, e acho que casou direitinho com a minha personalidade e com o meu momento. Contem-me o que vocês acharam, (inclusive os visitantes anônimos do blog que me conhecem). :)
Quem tiver 5 minutinhos livres, clica no link "Get your own VisualDNA" e seleciona a opção mais adequada a você em cada categoria. Quem quiser ver o meu DNA visual, é só clicar em "Read my VisualDNA". Bjos e bom resto de semana.
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"Há gente que, em vez de destruir, constrói; em lugar de invejar, presenteia; em vez de envenenar, embeleza; em lugar de dilacerar, reúne e agrega." Lya Luft

22 de maio de 2007

equilibrando barriga e mente

Todos os dias, absolutamente todos os dias, eu leio notícias do Brasil. Todo tipo de notícia e sobre todos os assuntos que você puder imaginar. Esta é uma história muito comum que não apareceu em noticiário, mas aconteceu “muito próximo de mim”:

Brasil, maio de 2007. Dentro de um supermercado em Recife duas moças são abordadas num caixa eletrônico. O ladrão ameaça com uma arma e leva toda a grana que podia levar. Depois “foge” tranqüilo, em sua moto. As duas tinham acabado de receber o salário mensal. Devido às circunstâncias, uma delas perdeu o bebê no dia seguinte. Estava grávida de algumas semanas. A outra, minha prima, perdeu muito menos, mas também perdeu muito.

Rezo para que nenhuma perca as esperanças. Minha prima, assim como milhões de brasileiros, trabalha o dia inteiro feito uma escrava e há poucos anos está enfrentando o desafio (também, e ainda maior) de ter um diploma universitário. Trabalhar dois expedientes e estudar no terceiro. Não ter lazer porque o dinheiro que recebe vai somente para o pagamento das despesas e porque o tempo que “sobra” é para estudar e descansar um pouco. Trabalha honestamente desde os 18 e só agora aos 33 está enfrentando a universidade, por mil e um motivos. Vem um bosta e se acha no direito de tirar dos outros, porque tem “menos” (e ainda foge de moto)! Um assassino. Um coitado. Um monstro. O que será que esse cara está fazendo agora? Quantas vezes será que ele já fez isso? Por quê?

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A cadeia sem fim que não dá cadeia, mas deveria. O encadeamento dos problemas sociais dos ricos e dos pobres, bem como dos que estão no meio do caminho... Com crimes ou sem, são as possíveis combinações de barriga cheia ou vazia e cabeça cheia ou vazia que atormentam o mundo. Por que barrigas e ou cabeças ficam tão vazias? O que é que elas contêm? O que acontece quando enchem ou esvaziam? Falta o equilíbrio.

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Nada justifica isso. Mesmo que o mundo seja cheio de filhos-da-p* de todas as classes sociais e com “poderes” diferentes: o poder de uma arma voltada para você, o poder de decidir por projetos políticos, o poder de manipular os outros, o poder da corrupção, etc e tal. Mesmo que o mundo esteja cheio de barrigas vazias e de reis em barrigas. Mesmo que o mundo esteja cheio de pessoas de cabeça cheia ou de cabeças ocas. Com problemas ou sem, vale à pena ser honesto e trabalhar. Vale à pena manter os valores que se pode ter ao manter o equilíbrio da barriga e da cabeça. Vale à pena sim, porque verdadeira paz é a consciência tranqüila e o verdadeiro poder é o da sua mente.

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Mesmo que na hora de dormir você não se sinta seguro. Mesmo que ao andar no meio da rua, também lhe falte paz no que você percebe do mundo e no que te atinge. Que não falte o respeito. Que não falte o equilíbrio e o discernimento. Que o povo possa se educar e que não faltem valores morais. Que não falte esperança. Que a vida seja menos fútil. Que as pessoas se ajudem mais.

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De longe, revolto-me com muita coisa que não muda na nossa sociedade e na nossa cultura, e fico feliz por outras que progridem ou se mantém em estáveis condições aceitáveis. Não vivo no paraíso porque estou morando na Europa. Pago o meu preço por estar longe da família e levo uma vida simples (buscando o equilíbrio da minha barriga e da minha mente). Na hora que obtenho notícias assim, não sinto um pingo de saudades do Brasil. Não sei se volto a morar no país, sinceramente não sei.

17 de maio de 2007

... que nada é sabido

Acordei pensando em abstrações (a origem disso é história para outro dia). "Viajo" agora sobre saber abstrair e saber selecionar por onde começar. Sob diferentes perspectivas, em diferentes áreas. Saber o que se quer e tomar o controle da situação. Saber filtrar o que vale e o que não vale à pena "carregar" na sua mente. Ao estudar, ao planejar, ao executar: comece pelo essencial (que é "visível aos olhos"). É muito fácil se perder quando começa-se pelo supérfluo. É fácil se assustar quando se vê o complexo. Na direção errada a gente acha que não sabe nada quando muito sabe e que sabe muito quando nada sabe... "Tá ligado"? Mais fácil mesmo é partir do essencial. Domine o essencial (caso seja mesmo essencial) e depois, somente depois, adorne-o. Explique o simples. Junte explicações simples e domine o complexo. Entenda a essência e desenvolva o resto. Divida o caos em pequenos-pedaços-administráveis-de-caos. Então "descaotize" um por vez. E seja humilde: saiba que "nada" sabe. Porque interpretações do saber são abstratas e/ou relativas. E nunca sabe-se tudo, mas tente saber o quanto pode e o mais importante sobre aquilo que é essencial para você. E se o que traz o caos não te convém, deixe que os outros se preocupem com isso!

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Eu sei que não tenho respostas para tudo que já fiz ou para o que ainda vou fazer. Na vida pessoal, na vida profissional, na vida espiritual, na vida, na vida, na vida... Não me cobre explicações: eu somente ainda as tento elaborar para quem é essencial.

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Ter paciência. Muita paciência. E no estado de paciência, não ser passivo. Por que o tempo da paciência deve incluir ociedade? Enquanto você espera, faça outras coisas. Há tanto por fazer, tanto, tanto. Mas se não se extrai a essência do tanto, faz-se nada...

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Por Sócrates:

- "O princípio dos raciocínios é constituído pela essência das coisas."
- "Só sei que nada sei."
- "Sábio é aquele que conhece os limites da própria ignorância."
- "A administração é uma questão de habilidades, e não depende da técnica ou experiência. Mas é preciso antes de tudo saber o que se quer."

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Concordando com os pensamentos de Sócrates e com os meus pensamentos conexos e desconexos (e ao mesmo tempo discordando), ando cantarolando esta "balada" do Kid Abelha:

Nada Sei (by Paula Toller) : Nada sei dessa vida / Vivo sem saber / Nunca soube, nada saberei / Sigo sem saber... Que lugar me pertence / Que eu possa abandonar / Que lugar me contém / Que possa me parar... Sou errada, sou errante / Sempre na estrada / Sempre distante / Vou errando enquanto o tempo me deixar... Nada sei desse mar / Nado sem saber / De seus peixes, suas perdas / De seu não respirar... Nesse mar / Os segundos insistem em naufragar /Esse mar me seduz / Mas é só pra me afogar... Sou errada, sou errante / Sempre na estrada / Sempre distante / Vou errando enquanto o tempo me deixar / Vou errando enquanto o tempo me deixar passar...

12 de maio de 2007

Semana "passada"...

Na semana que passou: ri, chorei, trabalhei ate tarde, sai mais cedo, dormi pouco, aprendi mais um bocadinho de um monte de coisas, comi bobo-de-camarao na casa de LuciMamma, rezei, acompanhei noticias do Brasil, conversei com grandes amigas, fui para aula de pilates, levei puxoes de orelha, tomei minhas vitaminas, subi escadas, meditei, tomei menos cafe, imprensei um dedo na gaveta, esqueci algumas coisas, lembrei-me de outras, cantarolei, fiz o que devia, acordei pensando no que tenho para fazer e fui dormir todos os dias assim tambem... A semana passada ja passou (cheia de chuva)!!! Que venham as proximas semanas...
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Na montanha russa da vida, os ares neerlandeses tem me feito muito bem.
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"Sua mente é um espaço sagrado na qual nada de mal pode entrar, exceto com sua permissão!" Enoch Bennett

7 de maio de 2007

Mais uma vivente e mais vivencias!

Anna Martha veio ao mundo no sabado passado, dia 5 de maio. Na foto, um dia depois de nascida, a princesinha mais fofa de Enschede esta nos bracos de uma tia babona! Luciana e Luiz: parabens pela filhota! Foi um prazer imenso presenciar o primeiro dia de Anninha em casa. Muito obrigada por me deixar ajudar como posso.

Agora chove feito nao sei o que por essas bandas. Cheguei em casa com as "pernas da calca" ensopadas. De certa forma, eh ate bom que chova muito durante a semana, e que os proximos finais de semana sejam de sol de novo! Ao menos no sabado eu e Riemer pudemos aproveitar o solzao e ir tomar sorvete no final da tarde em Almelo (enquanto Luciana estava em trabalho de parto em Enschede, e eu nao sabia...). Fazia tempo que nao usava vestido de verao ou calcava havaianas para ir caminhar com as pernocas de fora. Receber elogios da sogrinha tambem eh muito bom: enquanto estou me achando a criatura mais transparente do mundo, ela diz que adora minha "cor". Fazer o que? Se eu estivesse no Brasil, estariam me chamando de vela, cera carnu, branquela, etc... :P Na foto, Riemer no quintal da casa dele, depois do sorvete.

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Estou com uma dor enorme no pescoco e olheiras de assustar qualquer cristao (ao menos sem espinhas dentro do nariz). Preciso cuidar da postura e prestar mais atencao nos alongamentos. De toda forma, amanha tem aula pilates de novo. Ou melhora o mal jeito ou piora de vez...

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"A rua de paralelepípedo é toda paralelepipedada".