Acordei pensando em abstrações (a origem disso é história para outro dia). "Viajo" agora sobre saber abstrair e saber selecionar por onde começar. Sob diferentes perspectivas, em diferentes áreas. Saber o que se quer e tomar o controle da situação. Saber filtrar o que vale e o que não vale à pena "carregar" na sua mente. Ao estudar, ao planejar, ao executar: comece pelo essencial (que é "visível aos olhos"). É muito fácil se perder quando começa-se pelo supérfluo. É fácil se assustar quando se vê o complexo. Na direção errada a gente acha que não sabe nada quando muito sabe e que sabe muito quando nada sabe... "Tá ligado"? Mais fácil mesmo é partir do essencial. Domine o essencial (caso seja mesmo essencial) e depois, somente depois, adorne-o. Explique o simples. Junte explicações simples e domine o complexo. Entenda a essência e desenvolva o resto. Divida o caos em pequenos-pedaços-administráveis-de-caos. Então "descaotize" um por vez. E seja humilde: saiba que "nada" sabe. Porque interpretações do saber são abstratas e/ou relativas. E nunca sabe-se tudo, mas tente saber o quanto pode e o mais importante sobre aquilo que é essencial para você. E se o que traz o caos não te convém, deixe que os outros se preocupem com isso!
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Eu sei que não tenho respostas para tudo que já fiz ou para o que ainda vou fazer. Na vida pessoal, na vida profissional, na vida espiritual, na vida, na vida, na vida... Não me cobre explicações: eu somente ainda as tento elaborar para quem é essencial.
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Ter paciência. Muita paciência. E no estado de paciência, não ser passivo. Por que o tempo da paciência deve incluir ociedade? Enquanto você espera, faça outras coisas. Há tanto por fazer, tanto, tanto. Mas se não se extrai a essência do tanto, faz-se nada...
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Por Sócrates:
- "O princípio dos raciocínios é constituído pela essência das coisas."
- "Só sei que nada sei."
- "Sábio é aquele que conhece os limites da própria ignorância."
- "A administração é uma questão de habilidades, e não depende da técnica ou experiência. Mas é preciso antes de tudo saber o que se quer."
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Concordando com os pensamentos de Sócrates e com os meus pensamentos conexos e desconexos (e ao mesmo tempo discordando), ando cantarolando esta "balada" do Kid Abelha:
Nada Sei (by Paula Toller) : Nada sei dessa vida / Vivo sem saber / Nunca soube, nada saberei / Sigo sem saber... Que lugar me pertence / Que eu possa abandonar / Que lugar me contém / Que possa me parar... Sou errada, sou errante / Sempre na estrada / Sempre distante / Vou errando enquanto o tempo me deixar... Nada sei desse mar / Nado sem saber / De seus peixes, suas perdas / De seu não respirar... Nesse mar / Os segundos insistem em naufragar /Esse mar me seduz / Mas é só pra me afogar... Sou errada, sou errante / Sempre na estrada / Sempre distante / Vou errando enquanto o tempo me deixar / Vou errando enquanto o tempo me deixar passar...
Um comentário:
q fase filosofica :-)
baci
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